Bem-estar

3 mitos (absurdos) sobre os ovos que deve começar a ignorar

Da próxima vez que alguém falar consigo e tiver uma teoria sobre os ovos, mostre-lhe este artigo.

Pode parecer uma comparação estranha, mas o ovo foi um sapo durante muito tempo. Agora, é o príncipe mais cobiçado de todos. Traduzido para o mundo da alimentação, isto significa que era um alimento posto de parte, mas passou a ser um dos pedidos mais populares em qualquer mesa.

Não existe apenas uma razão para isso. Por exemplo, os ovos ajudam mesmo a perder peso, uma vez que são rico em proteína e não contêm hidratos de carbono. Além disso, são baixos em calorias — um ovo tem cerca de 72 — e altamente saciantes, ajudando a controlar a fome ao longo do dia.

Entre a lista de benefícios, saiba que eles são também um ótimo remédio para o mau humor e que ajudam a ganhar massa muscular, independentemente da forma como os consumimos. Estrelado, cozido, escalfado, mexido ou em omelete são apenas algumas das opções mais simples.

Porém, continuam a existir alguns mitos sobre os ovos que fazem com que muita gente os deixe de lado e não esteja a tirar proveito das suas vantagens. Segundo a nutricionista Maria Gama, há três teorias falsas que se destacam nas conversas de café do dia a dia.

1. Não se podem comer mais do que dois ovos por semana

“Existe a ideia de que só podemos comer, no máximo, dois ovos por semana. No entanto, é importante referir que, aliado a uma alimentação saudável, o consumo pode ser em maior quantidade. Só não pode haver exagero, como qualquer outro tipo de alimento. Ainda assim, uma pessoa saudável deve tentar comer apenas um ovo por dia, o que equivale também a uma gema por dia”, explica a especialista.

Em casos de excesso de peso, deve optar-se por comer mais claras do que a gema. 100 gramas de claras correspondem a 47 calorias. No caso da gema, significam 342 calorias.

2. Quem tem o colesterol elevado não pode consumir ovos

Adivinhe? Também não é verdade. Um ovo de 53 gramas contém, sensivelmente, 215 miligramas de colesterol. Isto quer dizer que a sua ingestão não ultrapassa o máximo de 300 miligramas de colesterol diário, através da alimentação. O que também vai gostar de saber é que, de acordo com a autora do blogue “Põe-te na Linha“, combinar os hortofrutícolas com os ovos faz com que exista uma diminuição da absorção intestinal de colesterol.

3. O ovo só pode ser incluído nas refeições principais

Se estiver a fazê-lo, está a desperdiçar várias opções de pequenos-almoços e snacks. Lembre-se disto: o ovo é um alimento bastante versátil que pode ser incluído em qualquer refeição do seu dia. Aliás, é comum levar-se um ovo cozido para comer enquanto snack a meio da tarde, por exemplo.

Temos quatro receitas especiais em que pode incluir este superalimento. Carregue na galeria para as conhecer.

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