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Não é o Natal dos Hospitais. É o quarto round entre FC Porto e Sporting

As lesões abundam nas duas equipas que se encontram esta sexta-feira no Dragão, num jogo que pode lançar os dragões rumo ao título.

Na bancada haverá pipocas e caixas de Benuron.

Numa das sagas mais longas desta época, o FC Porto e o Sporting voltam a encontrar-se, desta vez para o campeonato, naquele que é o quarto round entre as duas equipas. Só que desta vez, a preparação do encontro mais parece uma edição do Natal dos Hospitais fora de época.

O jogo no Dragão está marcado para esta sexta-feira, 2 de março, a partir das 20h30 e a equipa da casa está retalhada. Tudo começou com a lesão de Danilo a 24 de janeiro, no jogo das meias finais da Taça da Liga com o Sporting. O medo instalou-se na equipa, mas feitas as contas, durante o período de ausência do médio, a equipa ganhou seis dos sete jogos internos que disputou. Danilo já está quase recuperado da lesão, mas ainda não pode jogar frente ao Sporting.

Depois de Danilo, seguiram-se lesões em mais seis futebolistas importantes: Marcano, Ricardo Pereira, Corona, Aboubakar, Alex Telles e Soares, sendo que quase todos os problemas foram musculares, o que sugere uma ligação com o calendário sobrecarregado nos meses de janeiro e fevereiro com um total de 13 jogos disputados. Definitivamente afastados do quarto round estão Danilo, Soares e Alex Telles, enquanto Aboubakar permanece em dúvida.

Também o Sporting sofreu com lesões em vários jogadores-chave nas últimas semanas, nomeadamente Gelson Martins, Mahieu, Picinni, Acuña, William e Bas Dost (este em dose dupla). O ponta de lança holandês e o defesa direito italiano estão praticamente afastados do Dragão. O que têm comum estes problemas físicos? Mais uma vez, os problemas musculares. A juntar a isto, Jesus viu-se ainda impossibilitado de usar quatro jogadores na última partida, tudo por culpa de uma virose: Ristovski, Fábio Coentrão, William e Palhinha. No entanto, todos eles estão aptos para o clássico.

O grande ausente será Gelson Martins, não por motivos físicos, mas sim disciplinares, depois de ter visto o segundo amarelo no jogo com o Moreirense ao tirar a camisola para mostrar uma mensagem de apoio ao amigo Rúben Semedo.

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