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Ninguém conseguia marcar Michael Ballack por causa do seu “cheiro horrível”

O guarda-redes paraguaio Chilavert recordou a tarefa difícil da defesa do Paraguai no confronto com a Alemanha no Mundial de 2002.

Há jogadores que, por um ou outro motivo, se tornam num pesadelo para os defesas, seja pela habilidade, pela velocidade ou até pela capacidade física. Ballack tinha tudo isso, mas não eram essas as características mais temidas pelos adversários. Ao que parece, os centrais tinham dificuldades em acompanhá-lo por causa do cheiro, ou pelo menos é isso que o lendário guarda-redes paraguaio José Luis Chilavert conta.

Em entrevista à ESPN, o guarda-redes recordou o confronto entre os dois no Mundial de 2002, disputado na Coreia do Sul. No encontro dos oitavos de final que colocou frente a frente a Alemanha e o Paraguai, os germânicos acabaram por vencer graças a um golo de Oliver Neuville.

Ballack foi titular nesse encontro e, segundo o guardião dos sul-americanos, a vida não foi nada fácil para o marcador direto do médio alemão. Uma tarefa que ficou a cargo de Estanislao Struway.

“Não podia aproximar-se do Ballack porque o seu odor corporal era terrível, absolutamente horrível. Ele devia ter colocado mais desodorizante ou até usado um limão. Talvez tenha sido estratégia, quem sabe”, afirmou Chilavert.

A Alemanha acabou por chegar à final, que viria a perder por 2-0 para o Brasil. Curiosamente, nesse encontro, Ballack não saiu do banco de suplentes.

Na mesma entrevista, Chilavert, que era conhecido pelo seu temperamento explosivo, falou do episódio polémico com Roberto Carlos, em agosto de 2001, num jogo de qualificação para o Mundial na Coreia. O guarda-redes foi filmado a cuspir no antigo lateral esquerdo. Chilavert acusou-o de racismo.

“Eu cuspi-lhe quando ele me disse ‘Índio, ganhámos 2-0’. Foi por essa razão”, contou o guardião que marcou 67 golos em toda a sua carreira.

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