Comer e beber

Há mais de 50 cervejas para provar neste bar do Porto (até às duas da manhã)

A Cervejaria do Carmo abriu no espaço da Confeitaria Central, que pertencia ao mesmo dono. Também há vários petiscos.

Há mais de dez anos que a Confeitaria Central ocupava o número 124 da Praça Carlos Alberto, no Porto. Ali serviam-se refeições portuguesas rápidas e baratas. Desde 2 de fevereiro que o espaço tem uma nova vida, a das cervejas artesanais da Cervejaria do Carmo, que podem ser pedidas todos os dias até às duas da manhã.

Há mais de 50 especialidades à venda no espaço. As cervejas que são vendidas à pressão — em copos de 66 centilitros — são as portuguesas Black IPA (4,70€), Ora&Labora Pilsner (4,50€), Ora&Labora Dubbel (4,50€), Imperial Stout (4,50€) e Doppelbock (4,50€), da Post Scriptum; a Red Mosquito Amber, Gyroscope IPA e a lager Common People, da OPO 74, todas a 4,50€; a Vadia Extra (4,50€) e a Weiss de trigo da Sovina (4,50€). Se preferir em garrafa, o preço médio é de 3,90€.

Além disso, pode pedir uma alemã Paulaner Weissbier (4,70€), uma escocesa Brewdog Deadpony (5,50€), uma americana Samuel Adams (4,50€) e duas belgas, a MC Chowffe (5,50€) e a Liefmans Fruitesse (5,50€).

Para acompanhar, prove uma alheira regional (5,50€) ou peça uma tábua de enchidos (6,50€). Existem também várias tostas na cervejaria: de presunto (3,90€), salmão fumado (6,50€), fiambre (2,20€), queijo (2,20€) ou mista (2,80€).

A decisão de transformar o espaço numa cervejaria foi do dono, José Duarte, que já era o responsável pela Confeitaria Central e fora gerente de um outro restaurante de comida tradicional portuguesa e de um serviço de entrega de comida ao domicílio.

“Quis mudar o conceito para um que está agora em ascensão”, explica à NiT José Duarte, referindo-se ao mercado das cervejas artesanais. “Já tinha alguma experiência com as cervejas e trata-se de uma área que também sempre me agradou enquanto consumidor.”

O espaço tem 135 metros quadrados. Existe uma esplanada na rua com 12 lugares — que em breve irão duplicar. Lá dentro, existem outras 12 cadeiras e também está prevista uma expansão.

“Existe uma sala no primeiro andar que vai ser preparada para levar entre 30 e 40 pessoas, mas só a partir de setembro.”

A Confeitaria Central só esteve fechada uma semana, porque a maior parte das obras — sobretudo na decoração, que agora é toda em madeira —, estava a ser preparada há alguns meses. 

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