Máquinas

Os erros que faz e que estão a estragar a baterias do seu telemóvel

Enquanto as baterias não evoluem, vai ter que tomar precauções. E apostamos que comete pelo menos um destes erros capitais.

Temos mensagens ilimitadas, centenas de minutos de chamadas para gastar e dados móveis em quantidades tão grandes que precisaríamos de três meses para esgotar o plafond de um só mês. Só não temos bateria para tanto uso. A performance dos smartphones está cada vez mais limitada à vida das baterias, que teimam em não evoluir. Os gigantes da tecnologia bem tentam, mas parecem não conseguir encontrar uma solução. Quando a encontram, ela é, no mínimo, polémica.

Foi o que aconteceu com a Apple, que no final de 2017 admitiu que andava a diminuir propositadamente a performance dos iPhone mais antigos – tudo em nome de uma vida útil mais longa para as baterias.

Todos queremos o nosso telemóvel que seja capaz de lidar com as tarefas mais exigentes e há lá coisa pior do que ficar sem bateria enquanto fazemos scroll infinito no Instagram. Só que enquanto a ciência não resolver o problema de base dos materiais que compõem estas baterias, a responsabilidade recai sobre nós, os utilizadores.

Somos nós que temos de cuidar da vida de cada uma das baterias e, lamentamos informar, está a cometer demasiados erros que estão a destruir a performance do seu smartphone.

Antes de mais, é importante perceber que todos os telemóveis têm ciclos de bateria limitados, isto é, um número limitado de vezes em que podem ser carregados, quando não têm qualquer carga. Em média, esse número situa-se nos 500 ciclos completos. A partir desse momento, as baterias já não terão capacidade para suportar a energia, o que se vai traduzir em períodos mais curtos de utilização.

Com isto em mente, a 4MEN reuniu as recomendações da Cadex Electronics – uma das muitas empresas que analisa a performance das baterias a nível mundial – para que perceba tudo o que está a fazer de errado. E, claro, para que sua bateria tenha uma longa vida.

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